Sobre o Jesus, antes de Cristo e/ou questões exegéticas de datação revolucionária !!!,-)

…e Bento XVI entregou à Humanidade mais um compêndio, o segundo por ordem e assunto, sobre a vida daquele em que se baseia a formação da instituição católica apostólica romana, que acostumamos chamar de igreja, e que tem por finalidade, servir de guia e/ou controle da espiritualidade humanizada dos hominídeos bípedes pensantes tal qual eles próprios se compreendem…no segundo volume, este senhor de origens germânicas, vem com propriedade salvar os judáicos semitas da culpa pela morte trágica da figura histórica de Jesus, ele mesmo judeu de primeira hora, que em seu contemporâneo tempo e pensamento aboliu regras básicas do comportamento social, baseado em um teocracicismo que só admitia uma ordem, a dos lideres espirituais, da época, sendo os próprios reis advindos de uma hierarquia divina e/ou tendo laços consanguíneos com seres dessa patente…é preciso realçar que naquelas épocas longínquas o poder instituído era baseado e composto pela comunhão de forças teocráticas e não se supunha uma divisão clara entre o templo e os escribas, ou os templos no caso dos não monoteístas como os egípcios ou gregos por exemplo, mas, falando dos judeus oquê pensar de um jovem que surge do nada, de uma família sem destaque social hierárquico, que em tenra idade chega a discutir as escrituras com os sábios da época e em momento posterior as questiona, como no caso da expulsão dos vendedores abulantes no pátio do templo, fato que foi muito valorizado criando as correntes teológicas dos anos 60’s que pela primeira vez ofereceram a visão REVOLUCIONÁRIA da face de Jesus, é preciso ressaltar que os produtos que se vendiam na porta dos templos naquela época eram de extrema necessidade para os rituais em voga para as cerimônias templárias judaicas  e que hoje já não mais fazem tanto sentido para os ritos contemporâneos, como pequenos animais para os sacrifícios diários como modo de agradecer, pedir, oferecer ao Deus de Abrahão…e … nesse contexto surge alguém que além de condenar estas práticas, por já entendê-las como obsoletas (suponho), ainda desdiz regras básicas para a sociedade judáica da época como: ” …O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca…” Timóteo 4.4,5 , que trata de uma das questões mais importantes para a filosofia de vida judáica, a alimentação, que afirmam alguns estudiosos ser esta a principal razão do povo do Deus de Abrahão ter se mantido fiel as suas tradições mesmo durante a diáspora, que para alguns judeus dura até hoje por conta da questão conflitante do seu território em eterna disputa com seus irmãos palestinos…como não observar o grande revolucionário que foi e continua sendo esse jovem judeu que a história chamou de Jesus, quando ele percorre as ruas da galiléia com seus seguidores e os cabelos ao vento, sem os esconder em pesados turbantes, fato até hoje inadimissível para alguns ortodóxicos ultra conservadores árabes judeus ou não, como deixar de ver o poder de sua revolução em uma simples frase creditada a ele como: “amai-vos uns aos outros, como eu vos amei“… ou até mesmo num pedido feito a posteridade: “ que todos sejam um“… não entendo esse senhor de raizes germânicas quando ele tenta desmerecer o poder da revolução desse jovem judeu…e… até entendo que ele queira retratar ou destratar essa revolução com a intenção de dar um basta nessa idéia (ridícula) de jihads, guerras religiosas, supressão de culturas religiosas umas sobre as outras, crença em que também os católicos apostólicos romanos como todos os outros seguimentos “espirituais” controladores já se apoiaram para a expansão dos seus domínios, principalmente quando ele ausenta de culpa os próprios judeus pela trágica morte do revolucionário em questão, sim, também concordo que o povo judeu nada tem com isso, pois, se não me falha a memória dos escritos sagrados, o jovem judeu é recebido com glórias messiânicas nos portões da então Jerusalém de época pelo povo de Israel, onde diz que começa o seu segundo livro, depois de uma campanha gloriosa de feitos pelas cercânias onde perambulava com seus companheiros a espalhar a “boa nova”, foi saudado como o messias prometido pelas profecias que os libertaria do julgo do imperialismo romano que extorquia os recursos daquela região em nome de um poder maior que seus próprios teocráticos líderes… ave caesár… e… dando a césar o que lhe pertence, se existe algo e/ou alguém que mereça amargar com o ódio da humanidade por ter interrompido a revolução do jovem judeu que a história chamou de Jesus, esse algo e/ou alguém se chama império romano… e agora??? voltaremos nosso preconceito milenar para os romanos, no caso os ítalos descendentes e onde se encontra atualmente baseada a instituição católica apostólica romana chamada de igreja que substituiu o controle do que se chamava de mundo quando da queda do tirânico império de cézares e presidida por este senhor de origens germânicas e sobrenome Ratzinger, que agora em seus compêndios tenta nos fazer crer em exegéticas criações de sua pena com o peso da verdade histórica que só uma instituição secular pode moldar e cristalizar na cultura de uma espécie, especialmente se for a nossa espécie de humanóides bípedes pensantes…não, este senhor só conseguirá amealhar mais alguns trocados com as vendas de mais um produto lançado para os seus e que poder nenhum terá no curso da história que se segue aja visto que como ele mesmo comparou: “Hoje o barco da Igreja, com o vento contrário da História, navega através do oceano agitado do tempo. Muitas vezes temos a impressão que vai afundar. Mas o Senhor está presente e chega no momento oportuno.” E nesse momento oportuno o dito Senhor realmente está presente e vem em auxílio de uma humanidade mais justa e livre de maniqueísmos oportunistas de sociedades seculares que se auto intitulam donas da verdade e controladoras do espírito humanizado dos humanóides bípedes pensantes…só que este “senhor’ não virá como aguardam alguns, mas sim como ele realmente é, e se revelará em oportuno momento para, tal qual o jovem judeu que a história chamou de Jesus, o Cristo, revolucionar os padrões existencialistas de uma humanidade perdida em seus pré-conceitos, conceitos, pós-conveitos, promovendo a cultura da consciência livre do domínio de quem quer que seja, teocráticos poderes, diviníssimos poderes, ditatoriais poderes, democráticos poderes, um novo paradigma como pedem os tempos… mas… só quem viver verá !!!,-)

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