…Brasil, a terra, lindíssima, de um povo burro incapaz de providenciar um futuro decente para seus descendentes…

os 30 países do mundo com maior carga tributária mundo mostra que o ...

Brasil, Brasil, Brasil…até onde podemos enxergar vemos um país extraordinário em recursos naturais, fabuloso em belezas naturais, habitado por um povo lindo e cordato que vive numa sub existência forçada por um governo pseudo democrático escolhido através de um processo eleitoral equivocado e confuso que visa somente ludibriar o eleitor com campanhas milionárias pagas com o dinheiro público arrecadado através de uma carga tributária ultrajante e astronômica que nunca retorna em favor dos seus beneficiários legítimos, a saber; sua população carente dos itens básicos para uma vida digna de ser humano. O Brasil está em último lugar no quesito melhorias em benfeitorias públicas dos tributos arrecadados como constatou o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) em uma recente pesquisa envolvendo os 30 países que possuem maior carga tributária do mundo e verificou que o cidadão brasileiro é o que menos visualiza a aplicação dos impostos pagos em relação ao retorno de benefícios públicos prestados à população…ou seja; apesar da alta carga tributária no país, incidindo sobre rendimento, consumo e patrimônio do contribuinte, o brasileiro é o cidadão que tem os piores serviços públicos em proporção aos impostos que paga. Entre os países pesquisados, a Austrália apresenta o melhor desempenho em termos de melhorias em qualidade de vida à população dos tributos arrecadados. O Brasil ficou em último lugar, atrás, inclusive, de países como Argentina e Uruguai, Pouco ou quase nada funciona de maneira satisfatória; afinal, os brasileiros entregam, na forma de tributos, o produto de seis meses do sacrificado trabalho aos governantes que, infelizmente, não correspondem às expectativas da população. De um lado reina a incompetência e a incapacidade gestora gerencial. Do outro, a corrupção, a desonestidade e o desvio de finalidade dos recursos financeiros que são distribuídos aos empresários, empresas e bancos internacionais as claras como podemos notar nos noticiários jornalísticos desde que tiremos a nossa cara de algum aplicativo criado com a intenção de entreter as pessoas para que elas não tenham a consciência do que de fato está ocorrendo nos corredores do congresso envolvendo aqueles que deveriam ser, por definição e função específica os gestores por nós escolhidos para esse fim…enfim…assim, seguimos nós povo lindo e burro com os piores índices do mundo no que se refere à segurança, à saúde e à educação, para não destacar as más condições de infraestrutura, transporte entre outros temas tão relevantes e fundamentais quanto esses e tantos outros, o brasileiro possui uma das piores prestações de serviços público do mundo em decorrência da elevada carga tributária. Pagamos a exorbitante conta do desenvolvimento e vivemos em um país subdesenvolvido, que em alguns rincões beira a miséria total, sendo pois que arrecada como um país do chamado primeiro  mundo e investe na sua sociedade como um país de terceiro mundo. A pesquisa revela que o Brasil é país que mais arrecada entre os países em desenvolvimento. O grande problema é que não há um retorno satisfatório dessa arrecadação no país. O que vemos é muito desvio de verba e utilização ineficaz do dinheiro público, o que penaliza o cidadão brasileiro que nada faz para mudar essa situação, não cobram os seus direitos efetivos de cidadão contribuinte e muito menos se interessam por essa orbe onde pululam bandidos, crápulas, déspotas e gente da pior espécie que sob a ótica ilusória das campanhas politicas tornam-se heróis do povo revestidos de dignidade e capacidade gestora para comandar uma nação.Um dos coordenadores da pesquisa diz que a atual arrecadação no país é recorde, mas intencionalmente mal direcionada. “Chama a atenção o fato de o nosso país, nas cinco edições entre os países de maior carga tributária do mundo, estar sempre na última colocação em relação ao retorno à população. E, pelo que nós vimos aí, se a política continuar dessa forma, nós vamos ficar nessa posição ainda por algum tempo”, aponta João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o IBPT.

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