O material do futuro, que já começou!!!,-) #hjaFESTAehSua

 

300px-Graphen

Com muito mais que 1001 utilidades, eu diria, o ‘grafeno’ promete ser um dos principais materiais por trás das tecnologias do futuro, as chamadas ‘tecnologias emergentes’…na história e estudo da tecnologia, tecnologias emergentes são avanços contemporâneos e inovações em diversos campos da tecnologia como a conhecemos hoje através da infinidades de aparelhos eletro eletrônicos que nos cercam e servem… diversas  tecnologias de conversão tem surgido na convergência tecnológica dos nossos diferentes sistemas aplicados, com os mesmos objetivos de evolução como meta…já as tecnologias de convergência, podem  se referir às nossas tecnologias, anteriormente separadas, como voz, dados e vídeo, e que atualmente, compartilham os mesmos recursos, plataformas de comunicação e interagem virtual e mutuamente, aumentando bastante a eficiência e o resultados satisfatórios… como tecnologia emergentes, podemos citar alguns exemplos que talvez ainda façam parte das visões futurísticas que temos para nós mesmos, que são:

 

  • Pilha de células de combustível. (eu quero umas, dona NASAré!!!,-) #TEDESCO
  • Célula de metanol direto.(no #drink deve c tuuudo!!!,-) #HeleninhaRoittman
  • Bateria de lítio-ar.(meu amigo já usa!!!,-) #luxo
  • Composição Li-Ar.(??????!!!,-)#tBBoiei
  • Componentes de chips 3D.(nem sei o que faria se botasse a mão num desses…!!!,-) #SabedeNADAinocents #CACILDS
  • Tecnologia master/slave placas. (já estou desenvolvendo as minhas próprias!!!,-) #sadomasochip
  • Transceptor RFID.(minha máquina de lavar precisa desse ‘up grade’!!!,-) #uhmaBrastemp!!!,-)
  • Ativação “passiva” chip RFID.(meus pulôveres em ‘mohair’ precisam ser melhores tratados na máquina de lavar!!!,-) #AnaMolinari
  • DARPA Armadura elétrica.(para o modo Naomi 100Watz!!!,-) #starwars
  • Exoesqueleto eletromecânico.(para usar como pijama!!!,-) #morpheusArmstime
  • Robô de fazenda.(para cultivar maconha hidropônica holandesa em estufa hermeticamente fechada com polinização nanobiótica!!!,-) #skank
  • robô de lavoura e pecuária.(para os mesmos fins, só que em escala indrustrial em Glandale!!!,-) #skank
  • Motor de vórtex Atmo.(prefiro não comentar!!!,-) #meabstenhoMeretrissimosSRs
  • Gerador deVortex ( TB preciso de uns dois!!!,-) #Vimanas
  • Arma eletromagnéticas.(tb quero!!!,-) #shotsherif
  • Hidrogênio Pistola laser(idem!!!,-) #shotsherif2

Pela nossa perspectiva de mercado para investimentos seguros de longo prazo, perspectiva de analista de mercados futuros, tecnologias emergentes são todo tipo de inovações técnicas, representando progressos, dentro de uma área, tendo como finalidade, a vantagem competitiva e/ou o domínio absoluto de mercado, se …somente, se as leis vigentes na ‘praça’ permitirem, ‘of course’…

O ‘Grafeno’ pode ser considerado um material de (quase mais que!!!,-) 1001 utilidades, tão quanto e/ou mais revolucionário que o plástico e o silício que já é muito usado e em grande quantidade na fabricação de diversos componentes eletrônicos… Já, o ‘Grafeno’ é conhecido como um dos elementos que vão revolucionar a indústria tecnológica como um todo devido a sua resistência, leveza, transparência e flexibilidade, além de ser um ótimo condutor de eletricidade. Com tantas vantagens e características promissoras, você certamente já deve ter lido alguma coisa sobre esse poderoso material que, muito em breve, tipo; ‘quem viver verá’, estará nos nossos tablets, celulares mais inteligentes que seus proprietários… e… outros dispositivos do dia a dia…e olha que a era do grafeno ainda nem começou. Por exemplo, você já imaginou recarregar seu smartphone em apenas 15 minutos e só precisá-lo plugar na tomada uma semana depois? Seria um sonho não é mesmo… ou ainda poder dobrar, amassar e contorcer seu aparelho telefônico sem danificar seu funcionamento? Deixar as crianças brincarem eu diria… as possibilidades são muitas, e incluem ainda de raquetes de tênis a até preservativos… Embora esteja em evidência só agora, as pesquisas com grafeno começaram em meados de 1947, com o físico Philip Russel Wallace, supostamente, o primeiro a descobrir e estudar esse material fantástico, mesmo que de uma forma bastante limitada, é bem verdade, os princípios do material, pela falta de recursos… Ele, então, se tornou realidade só em 1962, através dos químicos alemães Ulrich Hofmann e Hanns-Peter Boehm, quando o próprio Boehm batizou o composto, resultado da junção das palavras “grafite”, de onde surge na natureza esse composto, e o sufixo “-eno”. Até então, o grafeno era conhecido apenas pela comunidade científica. Mas em 2004 isso mudou, graças aos cientistas Konstantin Novoselov (russo-britânico!!!,-) e Andre Geim (russo-holandês!!!,-), ambos da Universidade de Manchester, na Inglaterra. Na época, os dois resolveram testar o potencial do grafeno como transistor, uma alternativa ao silício usado em semicondutores. Geim e Novoselov continuaram seus estudos melhorando a condutividade do grafeno, tornando-o cada vez mais fino até chegar – m’acreditem – à espessura de um átomo. Mesmo sendo submetido a esse processo, o material manteve sua estrutura e não teve sua condutividade danificada. A descoberta rendeu  aos cientistas, seis anos depois, o Prêmio Nobel de Física pelo desenvolvimento do transistor de grafeno e, a partir daí, os testes com a substância não pararam mais. Só em 2010, foram publicados cerca de 3.000 estudos que comprovam os recursos aparentemente ilimitados do componente.

Então,’ gentem’ o que é esse tal de grafeno? Basicamente, o grafeno é um material constituído por uma camada extremamente fina de grafite, o mesmo encontrado em qualquer lápis comum usado para escrever. A diferença é que o grafeno possui uma estrutura hexagonal cujos átomos individuais estão distribuídos, gerando uma fina camada de carbono. Na prática, o grafeno é o material mais forte (200 vezes mais resistente do que o aço #tahmeubem!!!,-), mais leve e mais fino (espessura de um átomo #luxo!!!,-) que existe. Para termos ideia, 3 milhões de camadas de grafeno empilhadas têm altura de apenas 1 milímetro…olha que escândalo…afora isso, ele é transparente, inodoro, elástico, pode ser mergulhado em líquido sem oxidação e/ou danificar sua composição e ainda conduz eletricidade e calor muito melhor do que qualquer outro componente. Além de tudo disso, o grafeno ainda é extremamente barato para ser produzido, se comparado a outras tecnologias emergentes como os motores de vórtex, que preciso tanto pra consertar meu veiculo espacial e dar o fora desse planeta de malucos…

Daí vem a tal revolução que o material pode trazer, já que tem muito mais qualidades que o plástico e o silício. Possibilidades infinitas A facilidade de manuseio do grafeno vai permitir que ele seja aplicado em quase todos os setores da indústria. A mais comentada atualmente é empregar o material no mercado tecnológico, mais especificamente nos dispositivos móveis, como ‘tablets’ e ‘smartphones’ nossos de cada dia. No futuro, esses ‘gadget’ vão poder abandonar o design maçante padrão retangular e conservador dos modelos vendidos hoje em dia, para adotar visuais dignos dos  filmes de ficção científica. Seria possível fabricar um celular totalmente flexível que poderia ser literalmente dobrado, colocado no bolso e desenrolado de volta sem prejudicar seu funcionamento e/ou sua tela de altíssima definição. Ele também poderá ser transparente como o vidro e ter a espessura de uma folha de papel, e virar o seu espelho do banheiro, janela da sala, tampo da mesa de centro… etc… Além de flexíveis, as baterias dos aparelhos deixarão de ser o pesadelo dos usuários como eu que precisam passar  o dia e a noite com o smartphone ‘on line’. Em 2011, pesquisadores da Northwestern University, nos EUA, criaram uma bateria que mantém o celular carregado por mais de uma semana e demora apenas 15 minutos para completar uma recarga…mas devido a complexas negociações esse espetáculo nunca chegou ao mercado, por mais que se indicasse o investimento na pesquisa, como negócio rentável, de lucro certo.

Em fevereiro de 2013, Richard Kaner, pesquisador da Universidade da Califórnia, desenvolveu baterias para celulares e notebooks que recarregam em um tempo ainda menor: cinco e 10 segundos, respectivamente… talvez tenha sido por isso que o projeto de pesquisa da Northwestern University, nunca recebeu o devido valor, superado ainda em pesquisa, obsoleto como proposta… e nós sem nenhuma das alternativas salvadoras de vidas, ainda precisamos de um tempo que não temos na hora de carregar o celular… Ah, a sua internet também será mais rápida. Em julho do ano passado, pesquisadores das Universidades britânicas de Bath e Exeter usaram interruptores ópticos feitos com base no grafeno que aumentaram em 100 vezes a velocidade de transmissão de dados. Há ainda uma antena de grafeno extremamente fina feita por cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia (#EUA!!!,-) que permite transmitir 128 GB (e/ou 1 terabit!!!,-) em apenas um segundo, a um metro de distância. Os avanços não se limitam apenas à eletrônica. O grafeno ainda poderá revolucionar outros setores, como o automotivo, o naval e até mesmo a aeronáutica com a produção de veículos bem mais leves e econômicos. O componente também pode ser usado na fabricação de fones de ouvido e painéis solares, além da capacidade de desintoxicar até água contaminada, ainda filtrar a água salgada dos oceanos, transmitir sinal FM, se alguém ai ainda sabe o que é isso, e produzir chips e dispositivos biônicos que poderão ser implantados no corpo humano, no campo auroral do ‘transhumanismo’. Até a camisinha, poderá ser feita de grafeno, como promete um projeto de pesquisa, liderado pela Fundação Bill e Melinda Gates, te cuida ‘Olla”, diz que a tal camisinha de grafeno dispensa até o  ‘recheio’, e ainda serviria de smartphone durante o intercurso ‘romantico’ solitário, para postagens simultâneas nas redes sociais através dos bate-papos, lugar onde costumam rolara as deseperadas formas de satisfação ‘on line’ … são realmente inúmeras as propriedades do grafeno.

No entanto, o maior desafio das empresas e desenvolvedores que apostam na tecnologia é tornar a produção do material viável comercialmente e em larga escala – a maioria dos testes é feita hoje em super laboratórios. A situação não é muito diferente do que aconteceu logo quando o silício foi descoberto, e que só passou a ser usado em transistores cerca de sete anos após seu surgimento. Os primeiros circuitos integrados demoraram ainda mais tempo para utilizar o silício, e só foram fabricados cerca de 20 anos depois. Esse cenário deve mudar com a chegada de novos procedimentos que tentam viabilizar a fabricação do grafeno para, nós, as massas. Uma das descobertas mais importantes aconteceu em abril deste ano: pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Samsung (SAIT) e da Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, anunciaram uma nova técnica que permite criar grafeno de alta qualidade a partir de pastilhas de silício, não mais de grafite, material que o Brazil tem as maiores reservas mundiais, e que após essa descoberta deixaram de ter valor ‘agregado’. Dessa forma, a substância poderia ser usada na produção de transistores de grafeno, coisa mais difícil para o grafite do que para o silício, por óbvias razões. As pesquisas com o grafeno também ocasionaram a criação do Graphene Flagship Consortium, que anda faturando muito em investimentos de longo prazo, um grupo europeu liderado pela Nokia que inclui outros 73 parceiros, entre universidades e companhias de vários setores, todos interessados em explorar as capacidades do grafeno. Além da Nokia e Samsung, cientistas da IBM e da SanDisk realizam experiências com o material… E… o Brasil não está de fora, pelo contrário a Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, investiu cerca de R$ 20 milhões para levantar o primeiro centro de pesquisas com grafeno no país. Assim como as pesquisas com o grafeno continuam a todo vapor, também devem continuar as batalhas judiciais entre empresas de tecnologia pela disputa de patentes relacionadas ao material. Só a Samsung tem 38 patentes e pelo menos 17 aplicativos que usam a palavra “grafeno” no resumo de suas invenções, todas registradas no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos USPTO. No mesmo órgão, a Apple tem ao menos dois pedidos relacionados ao componente.

Não tem sido fácil transformar as promessas do grafeno em realidade porque é muito difícil fabricá-lo, e ainda mais difícil fabricá-lo sem impurezas. Mas isso não tem impedido que ele continue a impressionar pelos resultados que demonstra experimentalmente. Agora o grafeno se tornou a estrela de uma pesquisa que poderá levar ao desenvolvimento de novos dispositivos termoelétricos, bem como fornecer um sistema modelo para explorar fenômenos exóticos, como buracos negros e plasmas de alta energia.

 

Metais e líquidos

 

Nos metais comuns, tridimensionais, os elétrons dificilmente interagem uns com os outros. Mas a estrutura bidimensional e em forma de favos de mel do grafeno – que é tecnicamente um metal – funciona como uma autoestrada para os elétrons, na qual todas as partículas têm de viajar na mesma pista. Os elétrons (cargas negativas!!!,-) e lacunas (cargas positivas!!!,-) agem como objetos relativísticos quase sem massa no grafeno. Eles se movem a uma velocidade incrível – 1/300 da velocidade da luz – e colidem uns com os outros dez trilhões de vezes por segundo a temperatura ambiente. É literalmente uma enxurrada de cargas – e enxurradas se comportam como líquidos. Quando a equipe observou o que acontecia quando uma sopa de partículas positivas e negativas era disparada sobre o grafeno, o que eles viram contradiz quase tudo o que se sabia – ou se pensava saber – sobre os metais. A ideia de que o espaço é formado por “átomos de espaço” também se baseia em uma chamada “liquefação” da realidade… clássica, quântica e até relativística…

 

A maior parte do nosso mundo – incluindo os metais e os fluxos de água (#hidrodinâmica #adogo!!!,- )-  é descrita pela física particular clássica. Coisas muito pequenas, como os elétrons, são descritos pela mecânica quântica, enquanto coisas muito grandes e muito rápidas, como galáxias, são descritas pela relatividade. Combinar essas leis da física tem sido notoriamente difícil, mas há alguns exemplos extremos onde elas se sobrepõem. Por exemplo, sistemas de alta energia, como supernovas e buracos negros, podem ser descritos, teoricamente, juntando as teorias clássicas da hidrodinâmica com as teorias da relatividade de Einstein. E parece que o Universo era líquido logo depois do Big Bang. Encontrada então a solução exata para modelar o Big Bang…mas é difícil fazer experimentos em buracos negros ou em supernovas…por sorte, nós agora temos o grafeno. Quando as partículas fortemente interatuantes no grafeno foram impulsionadas por um campo elétrico, elas deixaram de se comportar como partículas individuais, passando a agir como um fluido – e um fluido pode ser muito bem descrito pela hidrodinâmica… não é mesmo? “Em vez de observar como uma única partícula foi afetada por uma força elétrica ou térmica, pudemos ver a energia conservada conforme ele fluía através de muitas partículas, como uma onda através da água,” nos explicou Jesse Crossno, da Universidade Harvard, nos EUA. “A física que nós descobrimos estudando os buracos negros e a teoria das cordas nós estamos vendo no grafeno,” confirma Andrew Lucas, coautor do experimento. “Este é o primeiro sistema modelo de hidrodinâmica relativística em um metal”.Com os resultados, a equipe descreve como fabricar um pequeno chip de grafeno para ser utilizado para modelar o comportamento de sistemas de alta energia, como os buracos negros – um autêntico buraco negro em um chip…olha que perigo… de quebra, eles ainda desenvolveram uma nova técnica para fabricar grafeno ultrapuro, que poderá ajudar na viabilização de sua utilização prática…se você quiser mais indícios de que o poderoso grafeno é uma boa opção para se investir a longo prazo, se você tiver folêgo, ‘of course’, pesquise na internet e veja notícias como: “cientistas criam folha de grafeno robô, movida a luz infravermelha”, “ cientistas criam circuitos com grafeno que se autodestroem depois de um determinado tempo”, obsoletividade programada levada ao extremo, temos ainda; “cientistas conseguem emitir luz a partir de folha de grafeno”, imagina a lataria do carro ser o ‘farol’, que nem os ‘discos voadores vintages’… pois é, mas, só para provar que o grafeno não vive de promessas futuras, saiba você que a lâmpada de grafeno vai estar a venda ainda este ano, como afirmaram os pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, que conseguiram desenvolver uma lâmpada que usa grafeno em sua composição, De acordo com o site de notícias do Financial Times, o produto deve ser lançado ainda este ano de forma comercialmente viável. O produto criado usa um LED em forma de filamento, que é revestido em grafeno. A lâmpada é regulável e deve fornecer uma luz mais brilhante do que os LEDs convencionais, além de utilizar 10% menos energia e durar mais tempo. O preço do produto pode ser inferior a 20 dólares (uma fortuna em reais nos valores do altíssimo dólar atual!!!,-). A lâmpada foi desenvolvida por uma empresa chamada Grafeno Lightning – na qual o vice-reitor da Universidade de Manchester seria um diretor presidente, se não me engano. “As pessoas ficaram maravilhadas com o quão rapidamente conseguimos trazê-la ao mercado. Às vezes leva-se mais de 20 anos para conseguir que uma nova descoberta chegue ao mercado”, disse Bailey à publicação… por isso, meu bem, perca o medinho e procure o seu gerente de investimentos, se você tiver um, se não o seu gerente do seu banco pode te indicar o “caminho das pedras”, que se bem percorrido, pode se transformar numa estrada de tijolos de ouro…e … a propósito Dorothy, não está, mas deixe seu recado após o bip que ela retornará assim que for possível, daqui, do mundo de ‘oz’, mais conhecido como ‘Kaantrah World’!!!,-) #CuLaterMyVIPeeps

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