A resignificação do sentido de patriotismo e o conceito de nação!!!,-) #ouviramdoIpiranga

A primeira e primitiva percepção humana de coletividade, de grupo, se deu através do núcleo familiar, da noção ainda abstrata pela incompreensão do milagre da vida no processo reprodutivo do homem, que necessita de duas criaturas sendo um de compleição e órgão sexual  masculino, o que expele o material apropriado, o sêmem,  para a tarefa, por meio da ejaculação, e o outro que se conhece como feminino que recebe o material e o desenvolve no seu corpo como um hospedeiro até a maturação e o momento do que chamam, nascimento, nessa vida, nesse mundo…ainda sem a compreensão intelectual, do ato em si e de seus desdobramentos, o homem primitivo se organizou em torno desse núcleo, tendo a parte feminina muito mais destaque nessa proto sociedade, pois vivia sempre arrodeada e enredada com os afazeres próprios e cuidados com suas crias, sendo consideradas mais prosperas que os machos que errantes só se fixavam  quando estavam sob a proteção matriarcal, no reino maternal, numa sociedade primitiva onde a mulher é que tinha o poder de decisão e escolha. Quando os machos perceberam o poder de controle das mulheres dentro do núcleo social primitivo, ainda vistas como seres mágicos que traziam a vida nossos iguais, nossa espécie, eles trataram de se empenhar em tomar para si esse poder, primeiro pelo uso da força física, natural de seus corpos, como protetores dos núcleos primitivos e depois como fornecedores do alimento mais importante da dieta humana naquele período, a carne, a proteína, responsável  pelo aumento da nossa massa encefálica que ultrapassando os 33 cm de circunferência nos dotou de inteligência e razão, de possibilidades infinitas, mas que por falta de uso devido e interesse em evolução consciente, ao que parece, a natureza resolveu voltar atrás e diminuir as nossas possibilidades cognitivas, junto com a circunferência do crânio humano que, por causa do vírus Zika, anda a nascer microcefálico, ou seja menor que os 33 cm característicos dos ‘homo sapiens’, espécie da qual fazemos parte, em tese, mas há controvérsias…Assim que se apercebeu do real valor do seu semem, o homem entendeu a mulher como ‘hospedeira’, e então seus dias de comando estavam acabados, juntou-se a essa compreensão a noção de ‘propriedade’, que já engatinhava junto com os grupos humanos que perambulavam pela terra primitiva, e que já lidavam com os mesmos básicos problemas que temos hoje: moradia, alimentação, proteção… não necessariamente nessa ordem… daí podemos entender como chegamos a instituição do ‘matrimônio’, da certidão de nascimento, do exame de DNA para a prova de paternidade, da noção de hereditariedade, de descendência, de linhagem… de família… de sangue. Muito tempo se passou desde então, inicialmente esse núcleo familiar se estendeu e se entendeu como tribo, habitando aldeias com regras civilizatórias próprias, se é que podemos assim dizer, depois com o desenvolvimento dessa ideia de civilização tribal, essas tribos se agruparam em números maiores de indivíduos, o que deu origem as primeiras cidades, como Varanasi, na Índia, uma das mais antigas cidades ainda vivas no planeta. Como podemos notar em Varanasi, essas primeiras tentativas de urbanidade humana, se concentravam já em torno de seus  deuses e seus sacerdotes, únicos seres que se reportavam aos deuses e deles sabiam os desejos e ordens, sim, essas cidades serviam apenas para o serviço de devoção aos deuses criados pelas ‘experiências’ metafisicas e de controle populacional conhecidas como ‘teocracia’, a primeira forma efetiva de controle de massa de populações, e até hoje considerada a mais segura, eficiente… e… promissora, aja visto o sucesso conseguido pelos muçulmanos com suas amarras dogmáticas que fazem de seus fiéis verdadeiros soldados na campanha árdua de convencimento e arrebanhamento de tropas chamados de conversão, nome mais apropriado impossível: conversão… convertendo essa cronologia de fatos em uma escala horizontal ascendente, temos a partir dessa compreensão teocrática o desenvolvimento de civilizações inteiras dedicadas aos seus deuses íntimos, lideradas pelos seus sacerdotes inescrupulosos que suportavam seus reis poderosos e ricos, que se entendiam como filhos dos deuses e eram servidos pelos sacerdotes dos templos e o povo como se realmente fossem algo que diferia dos seres comuns, da população, entendimento reforçados pela pompa , glória, e circunstâncias manipuladas para esse intento, se utilizando de recursos vis para imprimir uma sacralidade falsa como toda teocrática sociedade se esforça pra ostentar… lamentavelmente… escravizando populações inteiras quando se entendeu a necessidade e vantagens de invadir e pilhar os vizinhos circundantes em troca de mais riquezas, poder e escravos…para seguir adiante conquistando tudo o que se vê pela frente, parece ser esse o instinto mais próprio do ser humano, o de subjulgar o outro diante do seu poder de conquista, seja no âmbito intimo romântico, seja no aspecto social, civilizatório, a conquista parece ser a maior aptidão humana, conquistadores natos que se atropelam uns aos outros lembrando um covil de lobos a vociferar uns pros outros até que alguém faça um carinho nas suas cabeças e os transforme em gatinhos manhosos e obedientes ao deus que alguém diz representar  e que a partir de agora vocês terão que servir. Desde que o mundo é mundo, que essa história se repete indefinidamente enredando a humanidade e impedindo a sua evolução como ser consciente que se pretende entender. Quando em algum momento essa linha civilizatória foi suspensa, surgiram os ideais patrióticos e o conceito de nação, através da burocracia e de novos paradigmas de controle populacional cada vez mais necessários para os bilhões de seres que pululam por aí no planeta, subdividido hoje em grupos territoriais com regras, culturas e até idiomas distintos, sem contar com características especificas físicas como a cor da pele, olhos e cabelos e dogmáticas como a pluralidade de crenças e deuses. Ainda se sustentam os reis em seus tronos, mais evitam a associação com a ideia filiar das divindades… são outros tempos, mas os poderosos sacerdotes a serviços dos deuses continuam vivos e importantes nessa cadeia evolutiva decadente, em que se encontra o planeta terra, os deuses mesmo, ninguém aqui tem ideia onde eles estão, ainda se confia no poder de interlocução de seus divinos e sagrados sacerdotes, infelizmente a circunferência de seus crânios não os absteve da obtusidade, infelizmente. Então ao compreender-se parte de uma nacionalidade, o ser humano adota para si um conjunto de especificidades que os transformam, todos juntos em uma nação, mas para que serviria isso? Já que o processo para se atingir esse nível de entendimento evolucional, é em si, tão ilusório quanto o modelo ‘teocrático’ ainda em voga por aqui… do que nos serviria? Talvez, seja um passo a mais na longa estrada que nos levará a nós mesmos a uma visão intima de nossa sociedade, em última instância, como seres universais, como uma comunidade de seres, humanos e/ou não, que vivem em um universo dimensional físico particular, por isso material… a necessidade de implementação da consciência de nação, soberana, para depois migrarmos para uma constituição de sociedade planetária, que ainda é muito utópica, mas que já se mostra como salvação para o futuro da humanidade que anda em perigo por todas as ignóbeis lutas de poder de uma classe dominante medíocre que ainda se acha dona da razão espúria que criou para a escravização dos seus iguais, obtusos. Somente depois de ultrapassarmos esse ‘gargalo’ evolutivo, esse ‘funil’ seletivo, e nos virmos a todos como seres unidos por uma experiência, evolutiva e comunitária planetária, é que poderemos ser aceitos pela comunidade galáctica, do nosso e de outros sistemas solares, que já se entendem como populações universais, com toda a diversidade de formas e graus de evolução que o se humano comum jamais poderia imaginar. E bem certo que estamos ainda muito longe desse dia, possivelmente aniquilemos ainda várias outras tentativas de evolução em conjunto, ditas civilizatórias, com deuses, dogmas, filosofias, culturas, idiomas, tecnologias, ciências, enfim, até que esse dia glorioso chegue para nossa espécie assim como já chegou para os outros seres de civilizações mais evoluídas ditas ‘ascensionadas’ , por nós outros, que vivemos em busca de uma chance de mostrar aos que ainda podem ver o futuro que nos aguarda… se… somente se… não nos aniquilarmos enquanto espécie e retornarmos sem excessão ao modelo de vida dos primitivos seres de Tuvalu (pequena ilha perdida no oceano pacífico, ‘propriedade’ transnacional de Isabel II, do Reino Unido, mais conhecida como Rainha Elizabeth!!!,-), o que não seria de todo ruim, eu penso, já que os Yanomames brasileiros já são dependentes da internet pra ver pornografia e de telefone celular pra pedir ‘pizza’!!!,-) #ET #Enio #Ditto #Cujo #oPróprio #E #PRONTO

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