O registro de usuário de internet!!!,-) #vctbteráum

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Para se dirigir um veículo, se precisa de uma habilitação, que garanta minimamente as condições de registro do motorista, documentos do carro e etc., visando o controle e administração, mas também em casos de punição por alguma infração cometida. A nossa internet de cada dia funciona assim como uma via por onde se trafega em meio as informações que se quer, só que o registro desses usuários foi idealizado de uma forma muito complicada que só quando temos a necessidade de verificação para autuação em algum ato ilegal cometido é nos damos conta da ineficiência desse controle. Esse controle é feito pelo famoso ‘IP’ do computador que funcionaria como um número de série que identificaria a máquina de onde partiram os acessos, como uma placa de carro e/ou o registro do chassi… só que ainda precisaríamos ter informações das operadoras de acesso a internet, para sabermos onde essa máquina estaria localizada através dos cadastros de usuários e/ou clientes dos provedores de internet com a sua  geo localização…e …endereço com c.e.p. e tudo mais… ou seja, o que acontece quando alguém precisa ser localizado pela internet por causa de algum delito? Nada… na maioria das vezes nunca se chega aos verdadeiros autores do crime cometido, pela dificuldade de abertura e exposição de determinadas informações que a burocracia vigente atrasa a não mais poder, os casos de  abuso de toda espécie que abarrotam a internet, ficam sempre sem uma resposta definitiva que coíba esse tipo de infração, deixando a sensação de impunidade e as portas abertas para que mais delitos sejam cometidos.

Depois de falarmos da real necessidade de averiguação dos verdadeiros números de pessoas físicas por traz dos milhões perfis virtuais, visto que uma pessoa pode ter quantos perfis quiser e as redes sociais estimulam essa atitude e ainda insistem em balizar seus resultados de pesquisa com os órgãos competentes da imprensa formal, despejando no mercado informações superfaturadas sobre um montante de usuários que não se aplica na realidade comum a todos, assim como as operadoras de telefonia celular fazem em seus ‘prospectos’ para angariar mais investidores no mercado financeiro, contabilizando um numero de linhas, muito superior ao verdadeiro tamanho do negócio, com o simples recurso de não dar “baixa” nos cadastros e ‘chips’ desativados, e quando o incauto investidor imagina o lucro que terá com o acesso a um número imenso de clientes em potencial para absorver seus produtos, só então ele entende a furada onde ele entrou… as bolhas financeiras, como se costuma dizer no jargão do ‘metier’. Pois essa bolha da internet nas redes sociais ainda não estourou, mas, não tarda acontecer… assim que os grupos de mídia e informação tradicionais resolverem investigar a questão e decidirem não mais divulgar os resultados das pesquisas obtidas através das informações dos usuários de rede social, como é comum hoje em dia, entraremos em um impasse dos mais periclitantes, pois se observarmos o que aconteceu nos pleitos eleitorais anteriores veremos a expressiva força das redes sociais em promover políticos hipócritas através do seu recurso mais comum, a saber: a mentira. Como nós, membros da sociedade civil vamos engolir essa manobra escusa que nenhum bem pode vir a nos trazer? Por isso teremos que nos movimentar em torno de uma mudança enérgica e urgente que venha a inibir e/ou proibir que recursos como estes nos coloquem em xeque, nos nossos direitos e deveres de cidadão.

É preciso por tanto que se apresse as conclusões sobre essa questão e pressionarmos as nossas lideranças sociais e jurídicas para que uma nova forma de registro de usuários possa ser feita para se navegar na rede. Quem trabalha em órgãos oficiais e/ou empresas privadas e costuma ter acesso a computadores para fazer o seu trabalho, sabe que normalmente se utiliza uma senha do sistema que pode identificar no ato, qualquer funcionário que resolva modificar alguma informação contida nos bancos de dados, simples assim, então tomando como exemplo válido, nós poderíamos estudar uma forma de assim proceder para todos os usuários da rede, como uma identidade virtual, relacionada ou não com os outros registros formais de documentação que atualmente utilizamos para nos identificar, como R.G, C.P.F., etc., o grande problema será a aceitação por parte das redes sociais desse novo modo de se conhecer quem está por traz de cada perfil virtual com nome fantasia e/ou ‘fake’, ou não aja visto o numero de pedidos e aberturas de processos criminais que abarrotam os escritórios dos advogados dos proprietários das redes sociais nas quais nos embalamos todos atualmente… a falta dessa regulamentação cria o ambiente propício para os covardes e criminosos agirem em segurança enquanto o cidadão comum fica a mercê de todas as intenções malévolas que por ventura alguém se dê ao trabalho de lhe impingir por pura maldade, tédio e/ou falta do que fazer…!!!,-@ #registrovirtualURGENTE

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