…ANÁLISES: Quénia, um oásis de oportunidades para investidores de todos os tamanhos!!!,-) #tamanhoñehdocumento

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…segundo um costume africano, ver três zebras, significa sorte!!!,-) #oxalá

O Quénia é realmente um oásis de oportunidades para os investidores. A sua localização na costa oriental da África Subsariana posiciona-o como a porta de entrada comercial para o “resto” da África Oriental e Central e mesmo Austral. É um destino para os investidores à procura de visibilidade na região e os seus 140 milhões de consumidores, mas oferece sobretudo a entrada para o mercado de 600 milhões de consumidores que o acordo de livre comércio que foi assinado entre as Comunidades da África Oriental (EAC), Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA) e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) .

Como a maior economia da região, o Quénia é responsável por 40% do PIB da EAC, tem a moeda regional com o melhor desempenho e uma força de trabalho educada e jovem. Cerca de 60% dos quenianos tem 25 anos ou menos de idade, formando uma força de trabalho poderosa se comparado a união européia.

As impressionantes recentes conquistas tecnológicas e científicas do Quénia têm atraído investimentos significativos, de capital de risco, ‘of course’ e algumas das principais empresas multinacionais do mundo, incluindo o Google (GOOG), IBM (IBM), Facebook (FB), Chase Bank e General Electric (GE), só pra citar os tubarões que já estão presentes.

Para acompanhar a sua trajectória de crescimento, o Quénia comprometeu-se com a expansão agressiva e a modernização do seu sistema de transportes, energia e tecnologia da informação (TI), o que que tem despertado o interesse de renomados investidores externos.

O Quénia é, sem dúvida, um destino para a chegada de investidores muito bem vindos. De acordo com estimativas do Banco Mundial, a sua economia está projectada para crescer  entre 6,5% a 7% em 2016 e 2017… com uma trajectória de crescimento que deverá continuar com a economia em expansão, se os ventos do mercado não mudarem…”of course”…

“O país está a emergir como um dos centros-chave de crescimento da África e também está prestes a tornar-se uma das economias de mais rápido crescimento na África Oriental, apoiada por menores custos de energia, investimento em infra-estrutura, agricultura, indústria transformadora e outras indústrias. O impulso para o crescimento deverá ser sustentado por um ambiente macroeconómico estável, o investimento contínuo em infra-estrutura, ambiente de negócios melhorado, exportações e integração regional”…declarou o Banco Mundial sobre o Quénia em 2015.

Os setores mais férteis da economia e que estão maduros para investimento estrangeiro são o agro-processamento, tecnologia, turismo, infra-estrutura e de fabricação. A oportunidade de investimento nas infra-estruturas inclui transporte, TIC, a habitação e produção geotérmica de energia.

O boom das ‘start ups’ de tecnologia já produziu resultados surpreendentes. M-Pesa, um serviço de transferência de dinheiro com base na comunicação móvel e serviço de micro-financiamento fácil, deu a milhares de quenianos o seu primeiro acesso ao sistema financeiro e permitiu que os clientes usem os seus telemóveis como cartões de débito bancários. Serviço do M-Pesa agora é usado por mais de metade dos 45 milhões de cidadãos do Quénia.

‘BRCK’, outra próspera ‘start up’, usa tecnologia inovadora para resolver um problema comum: localizações rurais ainda fora da rede internet. A empresa criou um dispositivo durável que usa redes móveis para criar “hotspots” wifi, usando a sua fonte de energia sempre que que há cortes de energia local, infelizmente uma ocorrência frequente em África.

‘Ushahidi’, uma plataforma de rastreamento de multidões, e que foi usada no rastreio da violência pós-eleitoral no Quénia após as eleições de 2007, foi internacionalizada e utilizada para os esforços de salvamento na sequência de grandes terramotos no Haiti e Chile e na limpeza de neve nos Estados Unidos.

Em relação à energia, aumentam os investimentos em energias renováveis, incluindo eólica, geotérmica e solar. Produção de energia renovável é uma excelente oportunidade de investimento exterior…já avisei, tipo fica a dica.

A Infra-estrutura pública é outra área forte para o investimento, com a construção de 10.000 quilometros de novas estradas, 700 quilometros de novos comboios e sistemas ferroviários suburbanos e os esforços de modernização da rede de energia. A expansão do aeroporto Jomo Kennyattta que aliás, já abriu um novo terminal que irá servir a um número adicional de 2,5 milhões de passageiros por ano, tornando-se o aeroporto mais movimentado da África Oriental.

A indústria do turismo do Quénia é outro alvo principal para o investimento. Em 2013, o turismo queniano contribuiu 12,1% ou seja US $2.09 mil milhões para o PIB. De acordo com a Associação Internacional de Congressos e Convenções, o Quénia ocupa o segundo lugar, depois da África do Sul nesta categoria de turismo. Desde 2008, teve um crescimento médio anual de 35% neste sector. Para atender à crescente demanda, a Kenya Airways encomendou nove aeronaves Boeing 787 Dreamliner para aumentar a sua capacidade de passageiros em 20%. Em Nairobi, oito grandes hotéis estão em construção, que vão acrescentar mais 1.500 camas de capacidade ao setor.

Desde que um cabo de fibra óptica marinho permitiu acesso à internet de alta velocidade para o Quénia em 2009, assistiu-se ao boom de empreendedores e seus aplicativos que transformaram as vidas de milhões de africanos, assim como no resto do mundo civilizado. Hoje, existem quatro sistemas de cabos de fibra óptica no país.

Em 2013, a IBM abriu um laboratório de pesquisa em Nairobi, o primeiro no continente. No processo, um novo nome foi dado ao Quénia “Silicon Savannah”, refletindo sua posição de líder em todo o continente no setor de tecnologia da informação emergente.

O que começou em 2010 com a formação de ‘iHub’, um centro em Nairobi que fornecia acesso gratuito à internet, como o projeto do fundador do Facebook, chamado de internet.org, e os espaço de trabalho para aspirantes a empreendedores, multiplicaram-se  fazendo da capital um centro em que florescem laboratórios de inovação de ciência e tecnologia.

Planos futuros incluem a construção de ‘Konza Techno City’, uma cidade de 5.000 acres que será construída ao sul de Nairobi, a um custo de US $15 mil milhões…e…que substituirá Brasília como sendo a última grande cidade inteiramente construída e planejada, mas sem o charme comunista dos espaços vazios de Niemayer, mas com certeza vibrante de vida como em toda a mãe Africa. E então? quer participar dessa aventura financista subsaariana? converse com seu gerente e peça a indicação de um bom banco de investimentos para investidores do seu, digamos, tamanho…pois no jogo dos investimentos o tamanho do seu “fôlego” pode ser o tamanho do seu lucro…ou…não, como diz alguém!!!,-) #investirehpreciso

 

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