A flor espacial…!!!,-) #UbetterWork #supermodel

Flor toma sol na Estação Espacial Internacional em uma foto de 17 de janeiro deste ano (Foto: Scott Kelly/Nasa via AP)

…dia desses estava eu ocupado com meus afazeres diários, envolvido com relatórios, prospectos, planilhas,‘briefings’ e etc., computador, tablets, smarts e celulares dando um “auxilio luxuoso” no modo de espera, dois monitores de tv em ‘zapping’ eterno, para não perder o ritmo dos acontecimentos, nem suas informações preciosas, pra quem sabe enxergar utilidade naquilo que está diante dos seus olhos…e…pra isso é preciso somente de informação, muita informação, sobre tudo e todos, para em última análise definir para que seguimento de mercado especulativo aquele, digamos, material poderia ser útil. Também contava com uma rádio fm, que tocava Raul, como suporte e a companhia sempre agradável dos meus amados cachorros, que nunca deixam o ‘stress’ se apossar de mim, mesmo com as bolsas asiáticas em franca decadência, o que, para quem trabalha para mercado financeiro de ações, as vezes parece uma volta de “montanha russa” daquelas mais atemorizantes, ou seja muita adrenalina da abertura dos pregões até o fechamento e toda a especulação que toma conta dos operadores e analistas de mercado futuro tentando confirmar os prognósticos, quase sempre nefastos, que se anunciam para nossa economia mundial em recessão…felizmente hoje se ganha mais dinheiro com os fracassos que com sucessos, fatura se até nas perdas e compra de dívidas e/ou papeis, títulos, enfim…o ritmo normal diário tem que ser como uma “escada rolante”, e é sempre de baixo pra cima quando os índices e as condições acionárias estão em valorização, com a economia em crescimento, e de cima pra baixo quando “deu ruim” para os empreendimentos financeiros, ou seja é hora de se avaliar as oportunidades que esse “mercado negativo” pode oferecer e para quem serviria esse investimento aparentemente falido, ou nem tanto, por exemplo com a alta do dólar em relação ao real, e a campanha de desmantelamento da Petrobrás movida pelos políticos corruptos que comandam o Brasil, infelizmente, levaram pra baixo o preço das ações da maior empresa petrolífera brasileira e uma das mais desenvolvidas tecnicamente no seu setor em relação ao mercado de petróleo mundial, enquanto o Brasil como nação se empobrece com essa manobra financeira auxiliada pela corrupção do sistema político, as companhias petrolíferas mundiais que não quiseram participar do leilão dos lotes de exploração do “pré-sal”, por influencia de outros analistas de mercado futuro, como eu, que previram essa realidade propícia para se comprar grandes quantidades de ações da empresa…e…posteriormente barganhar a compra total do que sobrar da sucata da Petrobrás, que em mãos estrangeiras vai gerar, certamente, muito lucro…mas…não ao povo brasileiro como deveria…enfim, estando eu imerso nesse ritual que eu chamo de rotina de trabalho diário ou nem tanto, ouvi uma noticia sobre uma flor que supostamente teria nascido na plataforma espacial, notícia vinda de um destes moderninhos jornalísticos com repórteres despojados e jovens que renovam o espírito da imprensa televisionada e que alguns críticos mesozoicos torcem o nariz, dizia então o jovem e simpático repórter em camiseta de malha com direito a tatuagens explicitas e tudo, coisa impensável em priscas eras, mesozoicas talvez… fiquei parado a observar aquela “aberração” e logo minha fértil imaginação suspendeu todas as sinapses que se ocupavam de indexações e preços das ações em queda e/ou ascensão e me levou a divagar sobre se essa flor solitária em local tão antinatural, teria ela condições de sentir a falta de sua natureza original? Sentiria ela falta da brisa do vento,  do orvalho da manhã, da chuva benfazeja, do brilho do sol em contraste com o azul celeste, dos insetos abelhas e borboletas a flanarem ao seu derredor, até mesmos das mão que a colhem para ofertar a alguém ou simplesmente para iluminar um ambiente com suas cores e perfumes… ainda em transe poético fui despertado pelo latir dos cachorros que anunciavam o meu serviço de entregas com o malote dos relatórios que eu esperava, o que me fez esquecer por alguns instantes dessa peculiar flor espacial, assim que recebi e despachei meus documentos confidenciais que nunca, repito: NUNCA, devem ser despachados por meios virtuais pelo risco de quebra de sigilo, pelas invasões de sistemas em busca de “notícias” que possam nutrir o mercado especulativo financeiro mundial e transformar milionários em pobres meninos ricos e bilhardários em trilhardários da noite pro dia. Mas, então, assim que despachei o moto boy, que hoje era especial, um tipo atlético imenso e muito gentil e que nem de longe sabe o que ele transporta para mim no seu serviço de ‘courier’, voltei pro computador e pus me a inventariar através do google e as outras opções de pesquisa confiáveis, o mercado de produção de flores internacional, identificando suas projeções de ganhos e perdas, quantidade de empresas, possibilidade de expansão, possibilidade de aquisições e fusões…e…quem sabe, se algum louco investidor topar o empreendimento, para utilizar a tecnologia de cultivo no espaço para um estudo mais amplo sobre a possibilidade de uma produção em grande escala de espécimes sensíveis as intemperes do tempo e natureza em solo terráqueo, cada vez mais inóspito a produção da agricultura, coisa que inicialmente poderia acontecer em 30 ou 40 anos, segundo o astronauta Don Pettit, que em 2012, conseguiu fazer crescer plantas de abobrinha, girassol e brócolis em rudimentares bolsas de plástico, em um experimento pessoal que assentou as bases deste novo jardim espacial. Desde meados de 2014, a ISS administra um pequeno “centro de vegetais” para permitir o cultivo em pequena escala de plantas para experimentos… com base nesse estudo e com os investimentos em pesquisa certos…quem sabe? E de volta ao transe poético, fiquei lembrando daquele entregador de moto atlético que me veio a porta um pouco antes e uma imagem me veio a mente, onde lotes inteiros de flores, felizes com o retorno ao lar ancestral, descem dos céus diretamente para o seu lugar de necessidade, meu lalique empoeirado no aparador do ‘living’, para aplacar o nosso desejo de beleza, helenista necessidade que hoje movimenta um mercado bilionário só na Holanda, que responde por uma grande parcela do mercado mundial, negócio grande que me chamou atenção como analista especializado em itens de consumo, digamos, não tão necessários assim, supérfluos como muito do todo que faz parte da configuração confusa que nós escolhemos para basear nossa civilização…e…como forma de ganhar a vida…nesse ponto, uma melancolia estranha me fez lembrar da florzinha solitária no espaço, do gênero das zinias, quando os cachorros entram na sala correndo trazendo uma bola já rasgada pela brincadeira entre eles, o que me livrou do sentimento triste e me fez encerrar o meu dia de trabalho naquele momento e passar o dia brincando e cuidando dos meus cães, dia de banho é uma festa em casa, e essa festa não tem dinheiro nem urgência no mundo que me faça não participar!!!,-) #lindasemanapraTODOSnos

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